Minha opinião é um tanto ambígua. Eu gosto da MM, mas coisas muito politicamente corretas me cansam um tanto.
Apesar disso, acho que a celebrização de zé-ninguéns no Brasil tá beirando o insuportável (não só no Brasil, mas é aqui que eu vivo e é sobre o Brasil que eu falo agora). Ninguém tem muito mais paciência com isso.
Uma resposta direta a isso é o Big Bosta, é o TDUD?. É a crítica às subcelebridades, ao disparate, o que nos diverte e o que nos move, na verdade. Celebridade mesmo pra gente é outra coisa.
Enquanto tudo isso for visto como entretenimento, oquei. Enquanto isso tudo for cultuado com um afã desproporcional, aí a gente cai de pau e se diverte.
Simples assim.
Besosmellama
Lele
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16 comentários:
Na minha sacrossanta ignoranÇA eu desconheço quem seja Martha Medeiros. Mas o texto abaixo serviu para que eu continue a DES-PRE-ZA-LA sem remorsos!
Uma unica coisa ela acertou: parem de implicar com o Beeeaaaauu: ruim com ele, pior sem ele. Imaginem se cismassem de colocar o Serginho Goshma pra apresentar o BBB? Como disse Andre no post abaixo, metapodenojo dessa tia velha!
me tapo de nojo argh!
A respeito do texto, eu discordo radicalmente da posição da Martha.
Esse é o tipo de crítica que ilustra a mídia neoliberalizante, excluidora das minorias e destituidora da fala.
Não recuso o voluntariado, recuso a capacidade crescente de se fazer voluntariado num país em que as causas sociais deveriam ser tomadas com maior seriedade pelo governo e não pela sociedade. O neoliberalismo descarado continua a privatizar o que é público, trasnferindo como "idéia" que é bom, justo e valioso ser voluntário, ajudar a ineficiência declarada do setor público em oferecer os serviços mais básicos como saúde, educação, alimentação e moradia.
Enquanto isso, eles nadam em bilhões desviados, que os manterão como elite dominante por anos e anos, em detrimento das classes excluídas, porquanto destituídas do poder de fala. Exemplo é a classe operária, que perdeu o poder de barganha com a elite empresarial, pois os índices de desemprego estão de tal monta que, se alguém for reclamar de salário, sempre vai ter um outro morto de fome pronto a assumir seu cargo.
Poderi enumerar outros tantos exemplos de repúdio meu a escrituras tão delirantes que deveriam estar em "Alice e o País das Maravilhas", mas prefiro não me adentrar demais.
Continuo leitor assíduo do Blog, continuo me divertindo, mas de manipulador da mente alheia, já basta a Globo e seus bilhões em empréstimos ao governo.
Beijos,
Gacta.
Standing ovation, Gacta. Assino embaixo.
e mais uma vez: Não postei o texto porque concordo com ele. Postei pq tem a ver com Big Brother, caralho.
É isso aí.
O que enche o saco é esse bando de besta se auto-intitulando "guerreiros da vida", "autênticos", "fortes" quando não conseguem sequer soletrar o próprio nome e têm profissões de modelo-ator-blablabla, invariavelmente. Desculpa, mas tenho mesmo uma péssima impressão de quem participa de big brother, é tudo puta, oportunista e idiota mesmo.
Mas até aí usar isso para dar bronca nos outros, liçãozinha de moral porque tem que ser engajadoe os caraios.. ah vai se ferrar, né? Então eu não posso assistir BBB e ser dona duma ONG, por exemplo?
Porque se for assim, nem na manicure vou mais de tanta culpa que vou sentir por ser tão fútil.
E a senhora, dona Martha? Vai à manicure?
hahahahhaa!!!! Concordo com vc. Mas tb é aquilo: pelo contexto do texto dela, quem faz caridade realmente, não o faz pra aparecer.
Eu acho que pessoas tolas que devem ser celebridades. Porque quem é realmente sério, correto, não liga muito pra isso. E ser ator, e lidar com imagem, não é mais importante que ser médico, dentista, professor, etc.
Por exemplo: Wagner Moura é celebridade. Disse que o Cap. Nascimento era anti-heroi, o filme não era fascista. Mas meteu a porrada num paparazzo e disse "Não respeito". Na ficção não há fascismo, na realidade há.
Ivo Pitanguy é celebridade- e faz caridade-, está na ABL, e numa entrevista no carro DELE, pra pegar o helicoptero DELE, pra ir pra ilha DELE, disse à reporter que o grande problema do homem é o apego à coisas materiais.
É foda!, não existe no nosso país uma preocupação com a ética em primeiro lugar. Se uma pessoa se destaca por ser um bom ator ou médico, bem, é obrigação, né? Só isso não deveria fazer dela referência pra ninguém.
Eu vi muito mais ética no Airton do BBB7, no próprio Alberto, do que no Wagner Moura e no Ivo Pitanguy, mas estes são top celebridades- o ultimo está até na ABL- e o airton e alberto são da turma do mal. Por critérios diferentes, lógico, mas pela mesma visão mesquinha e primária.
Marta Medeiros...
Tira o dedo do coo, gata! =)
Martha Medeiros escreve para a Zero Hora, um jornal ligado a Rede Globo no RS... Que ironia!
politicamente correto é um pepino gigante que enfiam no cu da pessoa.
Acredito que enquanto tivermos motivos para nos divertir diante de tanta coisa horrivel que acontece em nossa volta, ta valendo...afinal temos 14 toscos dando a cara pra bater e motivo pra esculacharmos com eles...me divirto muito com o bigbosta ;)
O problema todo é a desproporção que as coisas tomam, e além do politicamente correto, acho estranho misturar alho com bugalhos, um programa de tv com questões políticas e sociais (apesar de existir relações indiretas), sempre colocando um em detrimento do outro, quando o mais sensato é tudo existir e ter o seu lugar. Neoliberais globalizantes praticam uma pseudo-liberdade...
E a Gacta arrasou!
"pois os índices de desemprego estão de tal monta que, se alguém for reclamar de salário, sempre vai ter um outro morto de fome pronto a assumir seu cargo."
eu ri disso, pq toda vez que tento fazer chantagem com meu patrão, lembro que tem uma pancada de gente tentando pegar meu cargo aceitando um salário bem menor
kkkkk
"coisas muito politicamente corretas me cansam um tanto"[2]
Tia lele A-M-E-I o "caralho" soa digno e aceitável no mundo real sem Sandysmos e Juniorzices.
Bjs
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